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Judô

Contado com diversos atletas, o judô de cegos de Mato Grosso do Sul está entre os melhores do País. É a única arte marcial integrante do programa paralímpico praticada por pessoas com deficiência visual.

Os atletas são divididos por classes identificadas pela letra B (do inglês blind, cego em português):  B1 para os cegos, B2 para os lutadores que têm a percepção de vultos e luminosidade, e B3, em que os participantes possuem a capacidade de definir imagens. Eles podem lutar entre si, mas existe ainda a separação por categorias de peso, que segue o mesmo padrão olímpico.

Uma curiosidade é que o árbitro tem uma função que só existe no Judô paralímpico: a de conduzir e manter a pegada constante entre os participantes, ou seja, durante toda a luta eles devem manter contato uns com os outros. Caso ele seja perdido, o combate é paralisado.

Os atletas B1 são identificados por um círculo vermelho localizado nas mangas do quimono, para que o árbitro saiba que deve conduzi-lo à marcação para que a luta recomece.

As lutas acontecem sobre tatames sintéticos, com duração de cinco minutos cada. Os competidores buscam o ippon (o golpe perfeito do judô) pela projeção do adversário de costas no solo, imobilização do oponente no solo, finalização com chave de braço ou estrangulamento.

(Com informações do site do Pan-Americano Rio-2006)





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